• Sem contraindicações
  • Sem riscos a saúde em caso de superdosagem
  • Ausência total de toxidez

Previne e trata as intoxicações provenientes de plantas tóxicas

Tratamento preventivo de intoxicações causadas por plantas

Finintox
caixa com 24 und. de 600g
Por: R$348,14
ou 6x de R$58,02 sem juros no cartão
Tratamento preventivo de intoxicações causadas por plantas

Para que serve?

Indicado na prevenção e tratamento das intoxicações decorrentes da ingestão de plantas tóxicas.

(samambaia, maria mole, flor das almas, etc)

MODO DE USAR

Indicações

Indicado na prevenção e tratamento das intoxicações em geral, especialmente as decorrentes da ingestão de plantas tóxicas, para ruminantes e equinos. 

Posologia e Modo de Usar

Bovinos/Equinos: Prevenção - fornecer via ração ou suplemento proteico e/ou mineral 4 a 6g/cab/dia. Cura - nas regiões endêmicas, assegurar a ingestão diária para TODOS os ANIMAIS da propriedade de 20 a 40g/ cab/dia de acordo com o tamanho do animal.

Ovinos e Caprinos: fornecer via suplemento mineral ou ração de 5 a 15g/dia, conforme o desafi o. Ajustar a quantidade do FININTOX a ser incorporada na ração de acordo com a dose diária. Nos casos de rações peletizadas consultar a REAL H.

Uso Curativo: Nas regiões endêmicas, assegurar a ingestão diária para TODOS os ANIMAIS da propriedade de 20 a 40g/cab/dia de acordo com o tamanho do animal.

Modo de conservação e validade

Conservar em local seco e arejado, ao abrigo do sol, longe de odores fortes e de fontes com radiação eletromagnética. Assegurar-se que a mistura final fique homogênea. Manter as embalagens sempre bem fechadas após a abertura inicial. Validade de 24 meses a partir da data de fabricação.

ContraIndicações

Não existem. Em caso de dúvidas consulte um Médico Veterinário ou a Real H.

Apresentação

Embalagens de 600g e saco de 20kg.

PARA OBTER O MELHOR DESEMPENHO DO PRODUTO SIGA AS DICAS DE MANEJO DA REAL H:

• Assegure-se de que a área de cocho é sufi ciente para todos animais do lote;

• Observe rigorosamente as doses indicadas;

• Avalie sempre a qualidade dos alimentos fornecidos, visando obter a melhor resposta do organismo;

• Nas fórmulas produzidas na propriedade, adicione o produto a um dos ingredientes antes de colocar no misturador, assim, reduz perdas por adesão às paredes do equipamento, inclua-o no terço fi nal da mistura;

• Incorpore o produto aos suplementos ou rações de modo a garantir a homogeneidade da mistura fi nal;

• Avalie periodicamente a ingestão efetiva do produto (g/cab/dia). Forneça o produto diariamente durante o tratamento conforme rótulo/bula;

• É importante após o manuseio do medicamento, fechar a embalagem e armazenála em local seco, ao abrigo de luz solar e calor;

• Os produtos não perdem a sua ação mesmo em contato com a chuva. É importante remexer os alimentos no cocho para favorecer a secagem natural;

• Nas propriedades com parasitismos muito intensos e fora de controle, antes de iniciar o tratamento homeopático é necessário fazer uma avaliação minuciosa. As variáveis como genética, histórico do rebanho, manejo, tratamentos convencionais, doses, carga animal, nutrição e nível de produção, devem ser consideradas;

• Em alguns casos, é importante realizar testes diagnósticos complementares; OPG (ovos por grama de fezes), FAMACHA (coloração da mucosa) e BIOCARRAPATICIDOGRAMA (avaliação da efi cácia dos carrapaticidas), para a defi nição da melhor estratégia de combate;

• Nestas propriedades, com frequência, os animais necessitam de tratamentos complementares, face ao grande desequilíbrio ecológico presente. Estes tratamentos devem ter sua efi cácia acompanhada para que ajustes nas doses sejam implementados;

• Cumpra fi elmente o calendário sanitário ofi cial. Avalie a necessidade de outras vacinações;

• Em casos especiais consulte sempre o Médico Veterinário responsável ou o Departamento Técnico da Real H.

PARA OBTER O MELHOR DESEMPENHO DO PRODUTO SIGA AS DICAS DE MANEJO DA REAL H:

• Assegure-se de que a área de cocho é sufi ciente para todos animais do lote;

• Observe rigorosamente as doses indicadas;

• Avalie sempre a qualidade dos alimentos fornecidos, visando obter a melhor resposta do organismo;

• Nas fórmulas produzidas na propriedade, adicione o produto a um dos ingredientes antes de colocar no misturador, assim, reduz perdas por adesão às paredes do equipamento, inclua-o no terço fi nal da mistura;

• Incorpore o produto aos suplementos ou rações de modo a garantir a homogeneidade da mistura fi nal;

• Avalie periodicamente a ingestão efetiva do produto (g/cab/dia). Forneça o produto diariamente durante o tratamento conforme rótulo/bula;

• É importante após o manuseio do medicamento, fechar a embalagem e armazenála em local seco, ao abrigo de luz solar e calor;

• Os produtos não perdem a sua ação mesmo em contato com a chuva. É importante remexer os alimentos no cocho para favorecer a secagem natural;

• Nas propriedades com parasitismos muito intensos e fora de controle, antes de iniciar o tratamento homeopático é necessário fazer uma avaliação minuciosa. As variáveis como genética, histórico do rebanho, manejo, tratamentos convencionais, doses, carga animal, nutrição e nível de produção, devem ser consideradas;

• Em alguns casos, é importante realizar testes diagnósticos complementares; OPG (ovos por grama de fezes), FAMACHA (coloração da mucosa) e BIOCARRAPATICIDOGRAMA (avaliação da efi cácia dos carrapaticidas), para a defi nição da melhor estratégia de combate;

• Nestas propriedades, com frequência, os animais necessitam de tratamentos complementares, face ao grande desequilíbrio ecológico presente. Estes tratamentos devem ter sua efi cácia acompanhada para que ajustes nas doses sejam implementados;

• Cumpra fi elmente o calendário sanitário ofi cial. Avalie a necessidade de outras vacinações;

• Em casos especiais consulte sempre o Médico Veterinário responsável ou o Departamento Técnico da Real H.

CASOS DE SUCESSO

O pecuarista Luiz Germano Schreder chegou a perder animais por conta de intoxicações causadas por ingestão de uma planta bastante comum em sua propriedade, a "maria mole". Para controlar o problema o pecuarista vem utilizando o Finintox, um medicamento homeopático da Real H que previne e trata este tipo de intoxicação.

Os resultados tem sido excelentes.

VANTAGENS DO USO

A produção pecuária brasileira, na sua busca por melhores resultados, considerando custo-benefício, deve manter condicionado ao sistema a preocupação com a sanidade animal, que inclui necessariamente estratégias de manejo da propriedade. Uma prática importante é o manejo de pastagem, no qual está incluída a observação e eliminação de plantas tóxicas. Nesse contexto, algumas plantas de importância à pecuária devem ser conhecidas, visando evitar perdas de animais e, consequentemente, redução da produtividade.

Plantas tóxicas de interesse pecuário são aquelas que, quando ingeridas por bovinos, causam danos à saúde ou mesmo a morte. As que causam “morte súbita” correspondem a quase 20% das plantas tóxicas existentes no Brasil, e são responsáveis por metade das mortes causadas por este problema no país.

As famílias botânicas principais são: Rubiaceae, Bignoniaceae e Malpighiacae. É possível destacar duas plantas envolvidas na maioria dos casos observados e relacionados à morte súbita, a Palicourea marcgravii e a Mascagnia rigida.

A mais importante do Brasil, e do grupo das que causam intoxicação superaguda, é a Palicourea marcgravii, um arbusto da família Rubiaceae, popularmente conhecida pelos nomes: “cafezinho”, “erva-de-rato”, “café-bravo”, “erva-café”, “vick”, “roxa” e “roxinha”. É encontrada em todo Brasil, com exceção da Região Sul e do estado de Mato Grosso do Sul.

Outra planta causadora de morte súbita é a Mascagnia rigida, da família Malpighiaceae. É a planta tóxica mais conhecida e difundida na Região Nordeste e Sudeste do Brasil. Conhecida como “timbó”, “tingui” e “quebra-bucho” na Bahia; “salsa-rosa” e “rama-amarela” em Minas Gerais; e “suma-branca” e “suma-roxa” no Espírito Santo.

A Samambaia do Campo, ou simplesmente Samambaia (Pteridum Aquilinum), é uma planta invasora, perene, herbácea e ereta, que pode ser encontrada em praticamente todo o Brasil.

Dentre as plantas causadoras de lesões hepáticas, duas são frequentes na Região Sudeste: o Cestrum sp. (“dama-da-noite”) e o Senecio sp. (“flor-das-almas” ou “maria-mole”).

A utilização da Homeopatia de forma preventiva e curativa em regiões endêmicas proporciona a eliminação constante das toxinas oriundas destas plantas. O sucesso total para solução do problema somente ocorrerá com a eliminação da planta tóxica, portanto o produtor deve ser conscientizado que a continuidade da ingestão da mesma pelos animais, invariavelmente leva o animal a óbito.

DÚVIDAS

a) Este produto pode deixar resíduo?

Não. Por se tratar de um produto natural, sua técnica de produção ultrapassa a divisibilidade da matéria, restando ao final apenas a energia do medicamento.

b) Como posso fornecer o produto?

O fornecimento deve ocorrer diretamente na alimentação dos animais, seguindo as doses preconizadas de acordo com a categoria e divididas em dois tratos diários.

c) Quanto tempo demora a verificar os resultados?

A resposta é rápida, principalmente por melhorar o equilíbrio orgânico do rebanho, reduzindo o estresse. Sua ação de drenagem faz com que ocorra eliminação das toxinas presentes no organismo.

d) Não tenho como separar o rebanho, posso fornecer para todas os animais da propriedade?

Sim. Não existe contra indicações, por isso o produto pode ser fornecido para todas as categorias.

e) Qual o princípio ativo contido neste produto?

Os produtos homeopáticos utilizam ingredientes do Reino Animal, Mineral e Vegetal em sua composição.

f) Posso utilizar mais de um produto numa mesma mistura?

Sim. Os produtos homeopáticos não anulam a função um do outro, ou seja, um potencializa a função do outro. Podendo ser trabalhados vários desafios em uma única alimentação. Ex: via ração podemos utilizar ate três produtos.

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Produto: Finintox - caixa com 24 und. de 600g